ARTIGOS
ACADÊMICOS
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O QUE É SER "CAVEIRA" ?
Este artigo trata de uma reflexão sobre as implicações de uma ‘mentalidade caveira’[1] para a sobrevivência urbana e a autodefesa.
Trata-se de uma pesquisa exploratória, de caráter bibliográfico e descritivo, com abordagem qualitativa e que desenvolve uma discussão acerca da necessidade de moldar o pensamento, ou mentalidade, a partir de uma cosmovisão própria, resiliente, construída a partir da percepção do ambiente em que se insere e passível de assimilar as mais diversas situações com o mínimo de abalo possível, oferecendo capacidade de resistência e flexibilidade de ação mental em situações de crise...
Violência Doméstica - O que fazer e o que não fazer
Este artigo trata de uma reflexão sobre os malefícios causados pela violência doméstica, suas causas, consequências e modos de evitar.
Trata-se de uma pesquisa exploratória, de caráter descritivo, com abordagem qualitativa e que desenvolve uma discussão acerca da violência doméstica, sobretudo com enfoque na violência contra a mulher.
Conclui-se com a pesquisa que a violência doméstica é algo que deve ser combatido e que causa males a toda a sociedade.
A mulher deve proceder firmemente quanto ao ato de denunciar e há meios de conseguir ajuda.
Não se pode varrer para debaixo do tapete ou se pode minimizar o problema relativizando as ações do agressor. Não se pode achar que haverá uma mudança sem ações efetivas contra a escalada de violência. Violência doméstica é crime e deve ser punido como tal.
Entre Lobos e Cães Pastores: A Vulnerabilidade do Cidadão
Este artigo oferece uma reflexão pontual em forma de pesquisa bibliográfica e descritiva acerca da vulnerabilidade do cidadão diante da violência urbana.
O objetivo geral deste ensaio é: Descrever a situação da violência urbana no Brasil e a vulnerabilidade do cidadão brasileiro.
Como objetivos específicos tem-se: Apresentar os dados da violência e suas principais faces, apontar a situação de vulnerabilidade do cidadão, e oferecer medidas válidas de minimização do quadro de vulnerabilidade a partir de ações de prevenção à violência e situações de risco.
A pesquisa conclui que conceituar violência não é tão simples. Que o cidadão encontra-se em situação de vulnerabilidade ante à realidade violenta, esta, fomentada por interesses mercadológicos e também de controle de território e poder.
Que há meios de minimizar a sensação de insegurança, havendo a necessidade primeira de assumir um papel de protagonista, e não vítima, em um cenário em que estão em risco, vidas, integridade física e patrimônio.
Legítima Defesa: Como usar, onde usar e até onde ir
Este artigo oferece uma reflexão pontual sobre o instituto da legítima defesa. Questiona-se o que é a legítima defesa bem como a necessidade de seu uso e limites para tal.
A fim de elucidar tais questionamentos foi realizada uma pesquisa exploratória em sites jurídicos e repositórios de pesquisa, bem como livros jurídicos que trouxeram luz à questão.
A pesquisa bibliográfica foi examinada de forma qualitativa e os resultados destacam a necessidade do conhecimento técnico, físico e mental para que a legítima defesa possa se revestir de seus requisitos e ao mesmo tempo ser eficiente no tocante à defesa própria ou de terceiros.
O mínimo de hesitação e o excesso e destempero emocional podem custar muito caro
A Intensidade da Força: Uso Progressivo, Diferenciado ou Seletivo?
Este artigo descreve a importância do uso legítimo e correto do emprego de força na contenção da ameaça.
Não basta só ter o poder de agir e saber agir, mas, encontrar os limites dessa ação e empregá-la da melhor forma possível, a fim de que, não só a legítima defesa possa ser bem caracterizada como também a ameaça seja realmente contida ou aniquilada.
A partir de um estudo bibliográfico, exploratório e qualitativo, buscou-se analisar três conceitos relacionados ao uso da força: o uso progressivo, o uso diferenciado e o uso seletivo aplicando suas indicações à defesa pessoal.
Conclui-se que o uso progressivo traz a ideia de um escalonamento ininterrupto, o uso diferenciado pressupõe adequação e conveniência, e o uso seletivo preza pela utilidade e capacidade de avaliação na circunstância de perigo.
O uso da força exige uma nova mentalidade, capaz de se adaptar, escolher, reagir adequadamente e realizar tudo que for preciso para sobreviver
Seleção Natural e Artes Marciais: Quem não evolui é extinto!
Este artigo analisa como o conceito de seleção natural e a evolução podem ser adaptados para a continuidade e desenvolvimento das artes marciais.
Propõe-se como objetivo geral: Demonstrar que a evolução no contexto marcial é essencial à sobrevivência.
Especificamente, descreve-se o conceito de evolução a partir de Darwin e o processo de evolução natural, analisa-se a intersecção entre o conceito de evolução e a prática marcial, e destaca-se a necessidade de uma evolução contínua a fim de encarar os desafios da hipermodernidade.
Conclui-se que assim como a teoria darwiniana preconiza, a espécie que não é capaz de se adaptar ao ambiente, sendo capaz de mudar, evoluir, não será capaz de enfrentar os desafios que se modificam e crescem ao passar dos anos.
Em uma sociedade que se familiariza com o anti-herói e se torna cada vez mais vítima, é preciso que as artes marciais de combate e defesa pessoal repensem o lugar da tradição e da inovação dentro de suas linhas de fronteira.